pode deixar eu vou explicar o que isso quer dizer. Primeiro a pedidos do meu colega idiota eu vou comentar sobre uma das minhas aulas. Bom na verdade não e nem aula direito por que eu so tenho ela uma vez por mes pra entrega trabalho, mas num e esse o assunto.
Na real eu tava lendo um texto chamdo "Liberdade e Determinismo" dai eu fiquei pensando sobre a tese do cara. Num preciso nem dize que eu gostei muito. Mais eu ja disse então foda-se. Bom no texto ele comenta sobre as varias teses e eu vou encurtar e explicar onde eu quero chegar. Pra começa que ele elimina a tese do inderterminismo, ou seja, a ideia de que não existe determinismo. Segundo ele isso seria o equivalente a dizer que nos somos simplesmente fantasmas que vagamos por ai sem razao nehuma, tipo se nada determina nossas ações intão não existe logica por detras delas, tudo seria completamente espontaneo e aleatorio, sendo assim seria o outro extremo do determinismo, agente de novo não teria controle sobre as ações por que como eu disse tudo seria completamente independente. A mesma coisa com o determinismo, tudo seria controlado intão de novo eu seria passivo nas minhas ações. Resumindo bem porcamente e isso.
Porem no segundo caso (determinismo) as coisas não são tão simples assim. Tipo eu sou o primeiro a defender que somos livres, mas tambem tenho q admitir que tudo tem uma causa, uma motivação, uma origem por assim dizer. As coisas tem que vir de algum lugar, e a resposta que o brother da e simples: a origem do nosso detemrinismo somos nos mesmos. Alguma força dentro de nos empurra tudo adiante.
Ta mais o que caralho isso tem haver com qualquer coisa no mundo? simples isso me fez pensar onde estariam as barreiras do nosso comportamento tambem, tipo alem das fisicas obvias (tipo eu num posso dar um nô no meu dedo). Tipo eu respondo pra mim mesmo, o meu comportamento esta vinculado a realização da minha causa e as consequencias dela, e com isso e num to falando de causa como luta ou ideal, mas sim no sentindo mais abrangente possivel da palavra. A motivação não e algo exterior colocado em mim ou presente nos meus raciocinios, mas sim fruta duma deliberação completamente isolada. Eu posso fazer o que eu quiser contanto que isso responda a minha causa interna, num existem barreiras alem daquelas que eu mesmo coloco. Isso não significa que eu conheço completamente a minha logica, dai agente ja entraria em Freud e todos os egos dele. Mas mesmo disconhecendo plenamente a minha razão, ela ainda faz parte do universo que e so meu, e do qual so eu faço parte.
Não sei se fico claro, tenho quase certeza que não. A menssagem que fica apesar de tudo e que assistir aulas em hebraico, ler o material em ingles e comentar depois em portugues, ta de mais pra mim.
PS: como so vc lê msm, eu falo a merda que eu quise.
PS2: ta na hora de eu acha o todos os acentos dessa porra de teclado.
domingo, 16 de novembro de 2008
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3 comentários:
sipa ate tem outros que leem esse blog! mas como vc escreve bem!!huahauha! pontinhos e acentos em israel sao osso! parece interessante o livro... nao sei de onde a gente tira a nosssa vontade...boa pergunta...fato que tem pessoas com mais deteminismo que outras..mais obstinadas...queria ser assim...no momento preciso ser mais determinado com as minhas provas finais...mas acho que esse determinismo tem muito a ver com o condicionamento e crescimento da pessoa...alem e claro das necessidades fisiologicas como fome e sono que determinam quando eu quero dormir ou comer...ams tirando essa coisas primarias...a propria pessoa que faz oq quiser..tipo se eu quiser tomar bomba em tudo tomarei, se quiser fazer aliah, farei....e ai vai... ahauhauha!breijos e reponde no meu blog seu merdaaa
atualizei o borg...olha la e comenta!! jundas
e como que voce consegue ler em ingles....e um saco!! me a a formula
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